27 de novembro: Dia de Combate ao Câncer

O dia 27 de novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer, não é uma data para ser comemorada. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, até o final desse ano serão registrados no país cerca de 305 mil novos casos de câncer. Ao todo, 117 mil pessoas vão morrer vítimas da doença, que é a segunda maior causa de mortes no Brasil, só perdendo para os problemas cardiovasculares.

Segundo pesquisas da Fundação Ary Frauzino, o câncer de mama ocupa o primeiro lugar no ranking, com 31.590 casos. Em seguida vem o câncer de estômago, com 22.330, e o de pulmão fica em terceiro lugar, com 20.835 ocorrências. O câncer de próstata também é um dos mais preocupantes e está em quarto lugar, com 20.820 casos. O de colo de útero tem 16.270 ocorrências.

Embora o câncer de mama lidere o ranking do número de casos, o de pulmão está no topo da lista em número de óbitos. Somente este ano serão 15.145 mortos. Em seguida vêm as vítimas de tumores de estômago (10.765 mortos), mama (8.670 mortos), próstata (7.320 mortos) e intestino (7.230 mortos).

 Com a maioria dos tumores ainda sem cura e com os efeitos colaterais provenientes dos tratamentos que são empregados atualmente, o câncer ainda é um grande desafio para a ciência e para a medicina. Entretanto, o responsável técnico pela Oncologia – clínica de neoplasias litoral, Dr. Marcos A. S. Ribeiro, explica que o  desenvolvimento da genética e da biologia molecular trazem boas perspectivas e a ciência está mapeando as células para descobrir as diferenças entre uma doente e uma saudável.

Nos últimos anos também aumentaram as chances de cura de câncer de mama, linfomas, leucemias, câncer infantil e de ovário. “Com os novos medicamentos, a sobrevida dos pacientes aumentou e qualidade de vida no tratamento também. As drogas para dor são menos tóxicas e melhoram a vida do paciente”, complementa o especialista.

 Univali promove Pedágio Beneficente

O setor de Programa de Serviço Voluntário da Univali promoverá o Pedágio da Rede Feminina de Combate ao Câncer no dia 22/11/2008, das 8h às 13h. Os alunos que já se inscreveram na data anterior, que foi cancelada devido à forte chuva, deverão se inscrever novamente.

O acadêmico que participar do evento receberá um certificado equivalente a 10 horas de Serviço Voluntário, que contará como horas extra-curriculares ou Art.170, caso foi beneficiado no 2º semestre de 2008. O local de encontro será na calçada da Univali da Av. Contorno Sul, próximo ao semáforo, onde os organizadores esclarecerão as dúvidas, distribuirão o material de trabalho e lanches para os participantes.

Os interessados deverão se inscrever no link:
http://fiaiweb03.univali.br/elis2/tes/modelos/pgevento.php?cd_evento=7766

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Inspeção Sanitária garante saúde aos consumidores

Você acabou de chegar do supermercado. Nas sacolas estão carne, queijo, presunto. Artigos estes que são chamados de Produtos de Origem Animal. Mas como você pode saber se estes produtos têm qualidade?

Segundo a Médica Veterinária Regina Cugnier Doin, “a importância da inspeção de produtos de origem animal está na garantia da sanidade e a segurança alimentar que ocorre durante os procedimentos realizados pelo Inspetor”. A prática de inspeção desses produtos é uma atividade exclusiva dos médicos veterinários. São eles que examinam os animais “em todas as etapas do abate, produção, industrialização, armazenamento e distribuição, assim como da reinspeção dos produtos de origem animal”, afirma Regina. Este profissional está apto a detectar bactérias, vermes e vírus que possam prejudicar a saúde do ser humano.

O Médico Veterinário Norberto Valentini trabalhou durante 14 anos na área de Inspeção da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), responsável pelo Serviço de Inspeção Estadual. Ele explica que há dois tipos de trabalho que o inspetor faz: o primeiro é a inspeção que ocorre quando há abate de animais, retirada do leite, etc. “No caso de um abate de animais, o estado antes de ele ser abatido, e durante o abate é feita toda a verificação de órgãos e detecção de possíveis doenças que possam ser contagiosas aos consumidores”. Mas quando se trata de indústrias, os produtos já devem vir inspecionados, portanto o inspetor faz a reinspeção desses produtos. É verificada a qualidade, sua origem, condição das embalagens, “a forma como ele é fabricado até chegar na mesa do consumidor”, completa Valentini.

Confira o vídeo abaixo para saber mais sobre Serviço de Inspeção:

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Campanha contra a Rubéola é prorrogada até 5 de dezembro em Itajaí

Apesar de o município ter superado a meta estipulada pelo estado, ou seja, vacinar as pessoas entre 20 e 39 anos, Itajaí não alcançou a meta entre homens e mulheres de 30 a 39 anos. A determinação de estender a campanha veio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina e pretende complementar a vacinação que já tinha sido realizada entre 9 de agosto e 12 de setembro.

Além disso, a cobertura vacinal do público alvo residente em Itajaí não foi alcançada. No período, apenas 78% dos moradores receberam a dose contra a rubéola. Agora, para que a meta seja atingida, a Secretaria Municipal de Saúde está disponibilizando a vacina em todas as unidades de saúde.

O horário vai das 7h às 19h. Sendo que nas policlínicas Cordeiros, Fazenda, Itaipava e Jardim Esperança o atendimento é estendido até às 22 horas.

O que é a rubéola?

A rubéola é uma doença infecciosa causada por vírus que atinge crianças e adultos, embora esteja entre as que os médicos comumente denominam como próprias da infância. Trata-se de doença comumente benigna que apresenta sintomas como febre, manchas tipo urticária na pele (que duram aproximadamente 3 dias) e aumento de gânglios linfáticos (ínguas). Também pode apresentar-se de forma “subclínica” (quando o paciente praticamente não sente nada).

A rubéola pode tornar-se potencialmente grave quando atinge mulheres grávidas, pois pode causar mal-formações no feto, sobretudo quando contamina gestantes no primeiro trimestre. Raramente pode ser causa de inflamação em articulações (artrite) em adultos. Outra designação que os médicos comumente usam para doenças virais que causam manchas na pele como a rubéola é de viroses exantemáticas (que causam exantema que é a expressão médica para designar as manchas da pele).

Confira o vídeo abaixo e saiba tudo sobre a doença: como se adquire, como se faz o diagnóstico, como se trata, como previnir, etc. 

Confira o vídeo da Campanha contra a Rubéola 2008

As mulheres não são os únicos alvos da doença!

 

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Receitas médicas do SUS devem conter princípio ativo do medicamento

Agora é lei: todos os profissionais da saúde deverão preencher as receitas com a indicação do princípio ativo do medicamento e não com o nome comercial do mesmo. O ajuste foi  instituído pela 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, e vale para a compra de medicamentos através do Sistema Único de Saúde (SUS).

 A advogada e Procuradora da Justiça, Vera Lúcia Ferreira Copetti, explica que as receitas médicas prescritas fora dos padrões exigidos, de certa forma prejudicam os pacientes, “pois dificulta seu acesso aos medicamentos genéricos e gratuitos”. Vera, que também coordena o Centro de Apoio Operacional da Cidadania e Fundações  (CFF), ainda afirma que “uma das causas para isso acontecer é a pressão que os laboratórios fazem junto aos médicos, para que receitem seu medicamento, em específico”.  

Para adequar-se à lei, o CCF e o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC),  elaboraram  modelos de recomendação e Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), que foram encaminhados  a todas as Promotorias de Justiça. Desta forma, os municípios, através das Secretarias de Saúde, poderão orientar os profissionais da área, a utilizarem a denominação comum – ou princípio ativo – quando escreverem a receita médica.

As discussões sobre a padronização das receitas começaram em setembro deste ano, na cidade de Quilombo, quando o Estado entrou na Justiça contestando o caso em que um médico prescreveu o medicamento Unoprost – cujo princípio ativo é o mesilato de doxazosina – para um portador de hiperplasia prostática. O mesmo medicamento podia ser encontrado nas farmácias pela metade do preço, porém com outro nome.

O juíz e desembargador Paulo Henrique Moritz declarou que “é contra a Lei dos Genéricos receitar remédios com o nome comercial, pelo SUS, sem mencionar sua Denominação Comum Brasileira (DCB)”

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SAIBA MAIS:

A lei diz que todos profissionais da saúde devem colocar, nas receitas médicas,  a posologia e forma de uso do medicamento, bem como a Denominação Comum Brasileira (DCB) ou, não existindo uma, a Denominação Comum Internacional (DCI), tudo em letra legível.

A DCB padroniza a nomenclatura do princípio ativo de vários medicamentos, tendo como objetivo principal, garantir que o paciente tenha informações suficientes para saber como agir, de forma a não ter erros na compra do remédio.

Além disso, há uma proposta de Lei que visa obrigar estes profissionais a identificar medicamentos genéricos, caso sejam receitados, escrevendo “genérico” ou apenas a letra “G” depois da DCB ou da DCI. O mesmo vale para quando o clínico quiser indicar o  nome comercial do medicamento.

O médico que não cumprir as exigências ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078/90).

 

 

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Pesquisadores pretendem comercializar SARDA em 2009

O Grupo de Pesquisa dos cursos de Fonoaudiologia e de Ciências da Computação da Univali pretendem disponibilizar o Software Auxiliar na Reabilitação de Disturbios Auditivos (SARDA) comercialmente em março de 2009. “Estamos fazendo plano de negócios e o objetivo é que os fonoaudiólogos e as escolas possam pagar uma mensalidade e ter direito ao acesso do software on-line”, explica a professora Dra. Sheila Andreoli Balen, coordenadora do projeto. Ela resalta que, por enquanto, o único meio de acesso ao SARDA é a pesquisa.

Com o apoio do FINEP/MCT o sistema é produzido no Laboratório de Inteligência Aplicada da Univali e é composto por seis jogos envolvidos na temática de um parque florestal. A professora Sheila explica que cada jogo é direcionado para melhorar uma habilidade auditiva predominantemente: localização da fonte sonora (aperfeiçoar o local de onde vem o som), discriminação auditiva (reconhecer a diferença entre os sons) , atenção e memória auditiva (reconhecer sons em situações com ruído ou mensagens competitivas) e atenção seletiva e atenção sustentada (manter a atenção ou concentração). “Estas habilidades são essenciais para dar condições para crianças ouvintes aprenderem bem na escola. Quem tem algum distúrbio auditivo, tem problemas nestas habilidades e acabam tendo dificuldades no desenvolvimento lingüístico e na aprendizagem”, explica a pesquisadora.

Apesar de já ter sido finalizado e aplicado em 18 crianças com deficiência auditiva, 37 com distúrbio de processamento auditivo mais 21 crianças sem problemas auditivos, o SARDA continua em análise no FINEP e na Univali. A inovação no campo da fonoaudiologia é a possibilidade de armazenar os resultados individuais dos clientes. Assim, permite ao fonoaudiólogo gerenciar as informações e planejar de forma mais eficaz suas intervenções terapêuticas. O software permite ser utilizado à distância, pois o profissional consegue ver data, horário e o desempenho do paciente registrado no banco de dados.

 

Confira o áudio:
 Sheila Balen fala sobre o futuro do Projeto

 

Clique nas imagens abaixo para ampliar: 

Sala do SARDA  Sala do Sarda  Folder verso  Folder verso 

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Hospital de BC é projetado nos Estados Unidos

hospital municipal BC

Fonte: Tribuna Catarinense

 

A estrutura do novo Hospital Municipal de Balneário Camboriú, projetada pela Organização Mundial da Família (WFO) e montada nos Estados Unidos pela empresa Development Partners, é de média e baixa complexidade, ou seja, terá UTI materna, neonatal e adulta, e 167 leitos, sendo que esta capacidade ainda pode ser aumentada. 

A construção horizontal, em sete blocos térreos, proporciona o uso racional dos os recursos humanos e tem baixo custo, além da estrutura ser metálica e pré-moldada em aço e gesso (dry-wall).  A área total da construção é de 9.194,54 m². 

A WFO entregará o Hospital pronto para o uso: todo equipado e mobiliado. A Prefeitura de Balneário Camboriú ficará responsável pela contratação dos profissionais e insumos.

O modelo de gestão também já está definido: a Secretaria de Saúde criou uma fundação de direito privado, que elaborou um projeto de lei para definir o estatuto social e o regimento interno. Já a WFO implantará um sistema de gerenciamento técnico-administrativo para racionalizar custos, e irá oferecer treinamento para as equipes contratadas.

Atualmente, há seis modelos de hospitais como este no Brasil, sendo que em Santa Catarina este é o primeiro.

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Produtos irregulares são apreendidos em BC

diário catarinense

Fonte: Diário Catarinense

 Na última semana uma operação conjunta entre órgãos federais e estaduais vistoriaram supermercados e açougues de Balneário Camboriú. Cerca de uma tonelada de produtos de origem animal foram apreendidos e inutilizados.

Os produtos apreendidos possuíam irregularidades como falta de embalagem e prazo de validade vencido. Além disso, alguns estabelecimentos tinham problemas relativos à higiene dos manipuladores de alimentos e falta de toucas, máscaras e roupa adequada.

Por lei, o material que é apreendido não pode ser doado. Os produtos foram encaminhados para a inutilização em uma empresa de Balneário Camboriú, que faz farinha de osso.

A ação foi realizada à pedido do Ministério Público de Santa Catarina e participaram fiscais do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-SC), Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e Ministério de Agricultura e Vigilância Sanitária.

 

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